GBR: Requisitos do Teletransporte e Roteamento Universal (P2P Mesh & Tunnel) | Wiki
Documentação de engenharia e especificações técnicas da Gleam-BR.
GBR: Requisitos do Teletransporte e Roteamento Universal (P2P Mesh & Tunnel)
*Requisitos Ubíquos (Ubiquitous Requirements)*
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*UBQ-01:* O framework de base de rede (
gbr_p2p) deve ser estritamente agnóstico, de modo que lógicas de chat, telemetria, ou tunelamento Reverso não estejam presentes nas suas bibliotecas core, mas providenciadas através de submissão de handlers (register_protocol). - *UBQ-02:* A análise de vetores de rede padronizados (Multiaddrs) deve proibir a utilização de expressões regulares e utilizar rotinas Puras e Tail-Recursive para mitigar gargalos no agendador Erlang (Scheduler Starvation).
*Requisitos Orientados a Eventos (Event-Driven Requirements)*
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*EVD-01:* Quando a Máquina BPE transacionar um Fato que defina o Efeito
OpenReverseTunnel, o Gateway (gbr_monitor) deve invocar sua tabela OTP interna para recuperar a conexão P2P viva subjacente do alvo, abrir a porta solicitada na interface local com spawn assíncrono, e vincular a escuta TCP à comunicação Yamux (piper_bridge). -
*EVD-02:* Quando um agente remoto se interconecta no Host via negociação Multistream, o seletor subjacente deve analisar os bytes iniciais identificando o nome estrito do protocolo (ex:
/horus/telemetry/1.0.0) e delegar a continuidade do tráfego ao Actor registrado no ETS correspondente de maneira Lock-free.
*Requisitos Orientados a Estado (State-Driven Requirements)*
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*STD-01:* Enquanto o Daemon Horus (
falconctl start) estiver retido em seu loop operacional infinito (sleep_forever), a malha P2P deverá manter os fluxos Heartbeat e as atualizações na Tabela de Roteamento Kademlia de forma silenciosa e resiliente a quebras parciais. -
*STD-02:* Enquanto a conexão de telemetria falhar em seu protocolo formal por incompatibilidade léxica dos tipos (como Integers vindos do ambiente PowerShell mapeados como Floats no DTO), o decodificador Ingress JSON deverá normalizar coercivamente as topologias numéricas de inteiros para precisão dupla, não impedindo a aprovação do roteamento na porta
gbr_p2p.
*Requisitos de Funcionalidades Opcionais / Futuras (Optional Feature Requirements)*
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*OPT-01:* No momento da instanciação (
Bootstrap), se houveremBootstrap Nodespré-configurados (Ex: instâncias de rastreio em GKE via Kademlia), o nó da borda deverá invocar imediatamente o comando RPCFIND_NODEutilizando a sua própria chave pública local para estimular as tabelas de roteamento geograficamente próximas a repovoarem as entradas K-Bucket. - *OPT-02:* O sistema poderá incorporar futuramente um módulo para orquestração semântica remota, na qual LLMs rodando no GKE possam formular Scripts Reativos, transmiti-los via a malha P2P agnóstica para a Borda e executá-los em modo Sandbox via Erlang Ports no Agente.
Realidade em Níveis: Operações P2P
- *O Ótimo Teórico:* Uma arquitetura de malha onde os agentes na borda operam com instâncias plenas do Kademlia DHT, roteando comandos e telemetria geograficamente entre si sem depender de Gateways centrais de nuvem para transitar pacotes de suporte (DBeaver).
- *O Caminho Pragmático (Executado):* O Agente Edge funciona em modo "Fantasma". Ele abre ativamente a sessão Yamux contra o Gateway Central (GKE). O túnel reverso é invocado de dentro do Data Center para o cliente, suportando Firewalls restritivos e simplificando a auditoria de acessos Zero-Trust.